Poço sem fundo, janela sem trinco.
Sem entender, sem chorar,
Só mais um engano, mais um levantar...
Agora só uma coisa resta,
Mergulhar, gritar,
Reinventar.
Quem sabe assim,
Vejo-me e viro poeira,
Viro nada ou tudo,
Palavra ou vento,
Cinza,
Silêncio...
Por Cristiane Marques
Quem sabe.. Linda reflexão! beijo
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